“Eu quero um amor. Um amor que não more na mesma rua que eu, que é pra não enjoar. Mas também não pode ser um amor que more em outro estado, não suportaria tamanha saudade. Quero um amor que more há uns dois ou três bairros de distância, que é pra eu ir andando, ou de bicicleta. Um amor que eu possa deixar em casa, no fim da noite de sábado. Eu preciso de um amor. Não de ciúmes extremo. Um amor que se importe comigo, que me queira por perto, mas que não me sufoque. Um amor que não fique com raiva se eu esquecer de manda sms de boa noite ou uma data comemorativa. Um amor que discorde das coisas que eu gosto e que insista pra eu ouvir suas bandas e pra que eu frequente seus lugares favoritos. Um amor que não goste de dormir de conchinha e que não seja fanático por abraços. Um amor pra me bater, me xingar e brigar… Um amor pra me beijar, pra me tirar o folego. Um amor pra me amar.”
Querido John (via efetivar)

“Ser seu sorriso,
ser o seu motivo,
ser o seu sonho,
até sua realidade,
ser o seu amor,
e o motivo da sua felicidade.”

“Pode brigar comigo, mas não vai embora. Fica perto.”
Tati Bernardi.  (via efetivar)

“E cadê você? Pra me abraçar quando o sol se põe e dividir comigo um pedaço do céu. Cadê você? Pra segurar a minha mão e me levar pra voar sem sair do chão. Cadê? Preciso mais do que algumas esperanças, que já não me alimentam mais como antes. Estou com fome de presença, de querer recíproco, de afagos bem apertados ao ponto de perder o folego, que eu me perca então, nos seus abraços aconchegando-me em seu coração. Aliás… Cadê você? Que não me encontra.”

” - Tchau, se cuida.” Se cuida é o caralho, vem logo cuidar de mim.